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         <title>Plug  Esporte - Feed RSS</title>  
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            <description>Plug Esporte - Feed RSS, informação, entetenimento sempre ao seu 

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            <copyright>Plug Esporte - Todos os direitos reservados PlugMania.com.br</copyright> 
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         <title>Argentina pode ter cérebro brasileiro para guiar nova geração em quadra</title>  
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           <description>A seleção brasileira não empolgou a torcida em 2008, vê Dunga cada vez mais pressionado no cargo e está em dívida atuando em casa. Nada disso importa. Pelo menos não para a organização do amistoso contra Portugal, às 22h desta quarta-feira, no Bezerrão, na cidade-satélite do Gama. A partida que marca a despedida do Brasil na temporada terá uma euforia desproporcional a sua realidade atual.  O jogo contra os lusitanos tem ares muito mais promocionais e políticos do que esportivos. O confronto servirá para inaugurar o novo Bezerrão, reformado pelo governo por cerca de R$ 50 milhões. O projeto foi lançado em 2001, mas só sete anos depois saiu do papel e sem os 40 mil lugares prometidos (a capacidade é de 20 mil).  Para engrandecer o evento, a Federação Brasiliense de Futebol conseguiu convencer ao menos três personalidades a se tornarem convidados especiais: Pelé, Romário e Felipe Massa. O primeiro deverá dar o pontapé inicial. Romário foi garoto-propaganda do estádio. Já o piloto da Ferrari será homenageado antes da partida.  Junte-se a isso a euforia de uma torcida que há três anos não vê a seleção jogar em Brasília e pronto: o ambiente na capital federal é de festa. Na última terça, os torcedores encheram boa parte da arquibancada para ver o único treino. Mas aqueles que quiserem assistir ao duelo desta quarta precisaram desembolsar, pelo menos, R$ 180.   Dentro de campo, contudo, o cenário não corresponde a tantas comemorações. Apesar de estar em segundo lugar nas eliminatórias para a Copa, o Brasil está em dívida com seu torcedor. Nos três jogos que já disputou em casa neste ano, amargou três empates e não anotou um gol sequer, algo inédito na história da seleção principal.  O futebol pragmático demonstrado nessas partidas só aumentou a pressão sobre Dunga, que nos últimos dias viu crescerem também os rumores de que está perto de deixar a função. Ele, contudo, tenta se manter alheio ao que ocorre fora dos gramados e ao que dizem seus opositores. E elogia a realização do amistoso contra Portugal.  \"Reunir a seleção e colocar os atletas para jogarem juntos sempre ajuda. Pior seria ficar quatro, cinco meses sem reunir o grupo e não sentir o prazer de estar com a seleção\", argumentou Dunga, que nos dois dias em Brasília se contagiou pela euforia da torcida e adotou postura serena, diferentemente do que ocorreu em outros momentos de questionamentos a seu trabalho.  Pelos lados de Portugal, o técnico Carlos Queiroz também entrou no clima dos organizadores. E exaltou o ambiente criado para o amistoso. \"Essa atmosfera de Mundial estimula a responsabilidade de todos os jogadores e das demais pessoas envolvidas na partida\", opinou o português.  Dentro de campo, Dunga pode escalar um time ofensivo para brindar a torcida. No único treino, ele começou a atividade com Anderson entre os titulares no lugar de Josué. Na defesa, Thiago Silva foi o escolhido para ficar com a vaga do cortado Lúcio, formando a dupla com Luisão.  Na seleção lusitana, Queiroz preferiu não confirmar a equipe na véspera, guardando suas opções para o dia do jogo. O treinador de Portugal sequer adiantou o esquema tático do time, que pode ser mantido no 4-3-3 ou adotar postura mais cautelosa, no 4-4-2.  BRASIL Júlio César; Maicon, Luisão, Thiago Silva e Kléber; Gilberto Silva, Elano, Anderson e Kaká; Robinho e Luís Fabiano Técnico: Dunga  PORTUGAL Quim; Bosingwa, Fernando Meira, Pepe e Paulo Ferreira; Maniche, Deco e Raúl Meireles; Cristiano Ronaldo, Nani e Simão Técnico: Carlos Queiroz  Data: 19/11/2008 (quarta-feira) Local: estádio Bezerrão, em Brasília (DF) Horário: 22h (de Brasília) Árbitro: Jorge Larrionda (URU) Auxiliares: Walter Rial (URU) e Pablo Fandiño (URU)   Fonte: Uol Esporte</description>
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         <title>Di Grassi completa cem voltas, melhora tempo e supera Ferrari</title>  
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           <description>A seleção brasileira não empolgou a torcida em 2008, vê Dunga cada vez mais pressionado no cargo e está em dívida atuando em casa. Nada disso importa. Pelo menos não para a organização do amistoso contra Portugal, às 22h desta quarta-feira, no Bezerrão, na cidade-satélite do Gama. A partida que marca a despedida do Brasil na temporada terá uma euforia desproporcional a sua realidade atual.  O jogo contra os lusitanos tem ares muito mais promocionais e políticos do que esportivos. O confronto servirá para inaugurar o novo Bezerrão, reformado pelo governo por cerca de R$ 50 milhões. O projeto foi lançado em 2001, mas só sete anos depois saiu do papel e sem os 40 mil lugares prometidos (a capacidade é de 20 mil).  Para engrandecer o evento, a Federação Brasiliense de Futebol conseguiu convencer ao menos três personalidades a se tornarem convidados especiais: Pelé, Romário e Felipe Massa. O primeiro deverá dar o pontapé inicial. Romário foi garoto-propaganda do estádio. Já o piloto da Ferrari será homenageado antes da partida.  Junte-se a isso a euforia de uma torcida que há três anos não vê a seleção jogar em Brasília e pronto: o ambiente na capital federal é de festa. Na última terça, os torcedores encheram boa parte da arquibancada para ver o único treino. Mas aqueles que quiserem assistir ao duelo desta quarta precisaram desembolsar, pelo menos, R$ 180.   Dentro de campo, contudo, o cenário não corresponde a tantas comemorações. Apesar de estar em segundo lugar nas eliminatórias para a Copa, o Brasil está em dívida com seu torcedor. Nos três jogos que já disputou em casa neste ano, amargou três empates e não anotou um gol sequer, algo inédito na história da seleção principal.  O futebol pragmático demonstrado nessas partidas só aumentou a pressão sobre Dunga, que nos últimos dias viu crescerem também os rumores de que está perto de deixar a função. Ele, contudo, tenta se manter alheio ao que ocorre fora dos gramados e ao que dizem seus opositores. E elogia a realização do amistoso contra Portugal.  \"Reunir a seleção e colocar os atletas para jogarem juntos sempre ajuda. Pior seria ficar quatro, cinco meses sem reunir o grupo e não sentir o prazer de estar com a seleção\", argumentou Dunga, que nos dois dias em Brasília se contagiou pela euforia da torcida e adotou postura serena, diferentemente do que ocorreu em outros momentos de questionamentos a seu trabalho.  Pelos lados de Portugal, o técnico Carlos Queiroz também entrou no clima dos organizadores. E exaltou o ambiente criado para o amistoso. \"Essa atmosfera de Mundial estimula a responsabilidade de todos os jogadores e das demais pessoas envolvidas na partida\", opinou o português.  Dentro de campo, Dunga pode escalar um time ofensivo para brindar a torcida. No único treino, ele começou a atividade com Anderson entre os titulares no lugar de Josué. Na defesa, Thiago Silva foi o escolhido para ficar com a vaga do cortado Lúcio, formando a dupla com Luisão.  Na seleção lusitana, Queiroz preferiu não confirmar a equipe na véspera, guardando suas opções para o dia do jogo. O treinador de Portugal sequer adiantou o esquema tático do time, que pode ser mantido no 4-3-3 ou adotar postura mais cautelosa, no 4-4-2.  BRASIL Júlio César; Maicon, Luisão, Thiago Silva e Kléber; Gilberto Silva, Elano, Anderson e Kaká; Robinho e Luís Fabiano Técnico: Dunga  PORTUGAL Quim; Bosingwa, Fernando Meira, Pepe e Paulo Ferreira; Maniche, Deco e Raúl Meireles; Cristiano Ronaldo, Nani e Simão Técnico: Carlos Queiroz  Data: 19/11/2008 (quarta-feira) Local: estádio Bezerrão, em Brasília (DF) Horário: 22h (de Brasília) Árbitro: Jorge Larrionda (URU) Auxiliares: Walter Rial (URU) e Pablo Fandiño (URU)   Fonte: Uol Esporte</description>
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         <title>LeBron atinge marca de 11 mil pontos na NBA</title>  
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           <description>A seleção brasileira não empolgou a torcida em 2008, vê Dunga cada vez mais pressionado no cargo e está em dívida atuando em casa. Nada disso importa. Pelo menos não para a organização do amistoso contra Portugal, às 22h desta quarta-feira, no Bezerrão, na cidade-satélite do Gama. A partida que marca a despedida do Brasil na temporada terá uma euforia desproporcional a sua realidade atual.  O jogo contra os lusitanos tem ares muito mais promocionais e políticos do que esportivos. O confronto servirá para inaugurar o novo Bezerrão, reformado pelo governo por cerca de R$ 50 milhões. O projeto foi lançado em 2001, mas só sete anos depois saiu do papel e sem os 40 mil lugares prometidos (a capacidade é de 20 mil).  Para engrandecer o evento, a Federação Brasiliense de Futebol conseguiu convencer ao menos três personalidades a se tornarem convidados especiais: Pelé, Romário e Felipe Massa. O primeiro deverá dar o pontapé inicial. Romário foi garoto-propaganda do estádio. Já o piloto da Ferrari será homenageado antes da partida.  Junte-se a isso a euforia de uma torcida que há três anos não vê a seleção jogar em Brasília e pronto: o ambiente na capital federal é de festa. Na última terça, os torcedores encheram boa parte da arquibancada para ver o único treino. Mas aqueles que quiserem assistir ao duelo desta quarta precisaram desembolsar, pelo menos, R$ 180.   Dentro de campo, contudo, o cenário não corresponde a tantas comemorações. Apesar de estar em segundo lugar nas eliminatórias para a Copa, o Brasil está em dívida com seu torcedor. Nos três jogos que já disputou em casa neste ano, amargou três empates e não anotou um gol sequer, algo inédito na história da seleção principal.  O futebol pragmático demonstrado nessas partidas só aumentou a pressão sobre Dunga, que nos últimos dias viu crescerem também os rumores de que está perto de deixar a função. Ele, contudo, tenta se manter alheio ao que ocorre fora dos gramados e ao que dizem seus opositores. E elogia a realização do amistoso contra Portugal.  \"Reunir a seleção e colocar os atletas para jogarem juntos sempre ajuda. Pior seria ficar quatro, cinco meses sem reunir o grupo e não sentir o prazer de estar com a seleção\", argumentou Dunga, que nos dois dias em Brasília se contagiou pela euforia da torcida e adotou postura serena, diferentemente do que ocorreu em outros momentos de questionamentos a seu trabalho.  Pelos lados de Portugal, o técnico Carlos Queiroz também entrou no clima dos organizadores. E exaltou o ambiente criado para o amistoso. \"Essa atmosfera de Mundial estimula a responsabilidade de todos os jogadores e das demais pessoas envolvidas na partida\", opinou o português.  Dentro de campo, Dunga pode escalar um time ofensivo para brindar a torcida. No único treino, ele começou a atividade com Anderson entre os titulares no lugar de Josué. Na defesa, Thiago Silva foi o escolhido para ficar com a vaga do cortado Lúcio, formando a dupla com Luisão.  Na seleção lusitana, Queiroz preferiu não confirmar a equipe na véspera, guardando suas opções para o dia do jogo. O treinador de Portugal sequer adiantou o esquema tático do time, que pode ser mantido no 4-3-3 ou adotar postura mais cautelosa, no 4-4-2.  BRASIL Júlio César; Maicon, Luisão, Thiago Silva e Kléber; Gilberto Silva, Elano, Anderson e Kaká; Robinho e Luís Fabiano Técnico: Dunga  PORTUGAL Quim; Bosingwa, Fernando Meira, Pepe e Paulo Ferreira; Maniche, Deco e Raúl Meireles; Cristiano Ronaldo, Nani e Simão Técnico: Carlos Queiroz  Data: 19/11/2008 (quarta-feira) Local: estádio Bezerrão, em Brasília (DF) Horário: 22h (de Brasília) Árbitro: Jorge Larrionda (URU) Auxiliares: Walter Rial (URU) e Pablo Fandiño (URU)   Fonte: Uol Esporte</description>
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         <title>Grêmio encaminha renovação com Tcheco</title>  
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           <description>A seleção brasileira não empolgou a torcida em 2008, vê Dunga cada vez mais pressionado no cargo e está em dívida atuando em casa. Nada disso importa. Pelo menos não para a organização do amistoso contra Portugal, às 22h desta quarta-feira, no Bezerrão, na cidade-satélite do Gama. A partida que marca a despedida do Brasil na temporada terá uma euforia desproporcional a sua realidade atual.  O jogo contra os lusitanos tem ares muito mais promocionais e políticos do que esportivos. O confronto servirá para inaugurar o novo Bezerrão, reformado pelo governo por cerca de R$ 50 milhões. O projeto foi lançado em 2001, mas só sete anos depois saiu do papel e sem os 40 mil lugares prometidos (a capacidade é de 20 mil).  Para engrandecer o evento, a Federação Brasiliense de Futebol conseguiu convencer ao menos três personalidades a se tornarem convidados especiais: Pelé, Romário e Felipe Massa. O primeiro deverá dar o pontapé inicial. Romário foi garoto-propaganda do estádio. Já o piloto da Ferrari será homenageado antes da partida.  Junte-se a isso a euforia de uma torcida que há três anos não vê a seleção jogar em Brasília e pronto: o ambiente na capital federal é de festa. Na última terça, os torcedores encheram boa parte da arquibancada para ver o único treino. Mas aqueles que quiserem assistir ao duelo desta quarta precisaram desembolsar, pelo menos, R$ 180.   Dentro de campo, contudo, o cenário não corresponde a tantas comemorações. Apesar de estar em segundo lugar nas eliminatórias para a Copa, o Brasil está em dívida com seu torcedor. Nos três jogos que já disputou em casa neste ano, amargou três empates e não anotou um gol sequer, algo inédito na história da seleção principal.  O futebol pragmático demonstrado nessas partidas só aumentou a pressão sobre Dunga, que nos últimos dias viu crescerem também os rumores de que está perto de deixar a função. Ele, contudo, tenta se manter alheio ao que ocorre fora dos gramados e ao que dizem seus opositores. E elogia a realização do amistoso contra Portugal.  \"Reunir a seleção e colocar os atletas para jogarem juntos sempre ajuda. Pior seria ficar quatro, cinco meses sem reunir o grupo e não sentir o prazer de estar com a seleção\", argumentou Dunga, que nos dois dias em Brasília se contagiou pela euforia da torcida e adotou postura serena, diferentemente do que ocorreu em outros momentos de questionamentos a seu trabalho.  Pelos lados de Portugal, o técnico Carlos Queiroz também entrou no clima dos organizadores. E exaltou o ambiente criado para o amistoso. \"Essa atmosfera de Mundial estimula a responsabilidade de todos os jogadores e das demais pessoas envolvidas na partida\", opinou o português.  Dentro de campo, Dunga pode escalar um time ofensivo para brindar a torcida. No único treino, ele começou a atividade com Anderson entre os titulares no lugar de Josué. Na defesa, Thiago Silva foi o escolhido para ficar com a vaga do cortado Lúcio, formando a dupla com Luisão.  Na seleção lusitana, Queiroz preferiu não confirmar a equipe na véspera, guardando suas opções para o dia do jogo. O treinador de Portugal sequer adiantou o esquema tático do time, que pode ser mantido no 4-3-3 ou adotar postura mais cautelosa, no 4-4-2.  BRASIL Júlio César; Maicon, Luisão, Thiago Silva e Kléber; Gilberto Silva, Elano, Anderson e Kaká; Robinho e Luís Fabiano Técnico: Dunga  PORTUGAL Quim; Bosingwa, Fernando Meira, Pepe e Paulo Ferreira; Maniche, Deco e Raúl Meireles; Cristiano Ronaldo, Nani e Simão Técnico: Carlos Queiroz  Data: 19/11/2008 (quarta-feira) Local: estádio Bezerrão, em Brasília (DF) Horário: 22h (de Brasília) Árbitro: Jorge Larrionda (URU) Auxiliares: Walter Rial (URU) e Pablo Fandiño (URU)   Fonte: Uol Esporte</description>
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         <title>Após encontro com Lula, Felipão vê Dunga no caminho certo</title>  
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         <title>Ronaldo foge de polêmica e evita analisar Real</title>  
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         <title>Ecclestone confia em quadro de medalhas na F-1</title>  
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         <title>Schumacher sobre Barrichello: se você é rápido, será o nº 1</title>  
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           <description>A seleção brasileira não empolgou a torcida em 2008, vê Dunga cada vez mais pressionado no cargo e está em dívida atuando em casa. Nada disso importa. Pelo menos não para a organização do amistoso contra Portugal, às 22h desta quarta-feira, no Bezerrão, na cidade-satélite do Gama. A partida que marca a despedida do Brasil na temporada terá uma euforia desproporcional a sua realidade atual.  O jogo contra os lusitanos tem ares muito mais promocionais e políticos do que esportivos. O confronto servirá para inaugurar o novo Bezerrão, reformado pelo governo por cerca de R$ 50 milhões. O projeto foi lançado em 2001, mas só sete anos depois saiu do papel e sem os 40 mil lugares prometidos (a capacidade é de 20 mil).  Para engrandecer o evento, a Federação Brasiliense de Futebol conseguiu convencer ao menos três personalidades a se tornarem convidados especiais: Pelé, Romário e Felipe Massa. O primeiro deverá dar o pontapé inicial. Romário foi garoto-propaganda do estádio. Já o piloto da Ferrari será homenageado antes da partida.  Junte-se a isso a euforia de uma torcida que há três anos não vê a seleção jogar em Brasília e pronto: o ambiente na capital federal é de festa. Na última terça, os torcedores encheram boa parte da arquibancada para ver o único treino. Mas aqueles que quiserem assistir ao duelo desta quarta precisaram desembolsar, pelo menos, R$ 180.   Dentro de campo, contudo, o cenário não corresponde a tantas comemorações. Apesar de estar em segundo lugar nas eliminatórias para a Copa, o Brasil está em dívida com seu torcedor. Nos três jogos que já disputou em casa neste ano, amargou três empates e não anotou um gol sequer, algo inédito na história da seleção principal.  O futebol pragmático demonstrado nessas partidas só aumentou a pressão sobre Dunga, que nos últimos dias viu crescerem também os rumores de que está perto de deixar a função. Ele, contudo, tenta se manter alheio ao que ocorre fora dos gramados e ao que dizem seus opositores. E elogia a realização do amistoso contra Portugal.  \"Reunir a seleção e colocar os atletas para jogarem juntos sempre ajuda. Pior seria ficar quatro, cinco meses sem reunir o grupo e não sentir o prazer de estar com a seleção\", argumentou Dunga, que nos dois dias em Brasília se contagiou pela euforia da torcida e adotou postura serena, diferentemente do que ocorreu em outros momentos de questionamentos a seu trabalho.  Pelos lados de Portugal, o técnico Carlos Queiroz também entrou no clima dos organizadores. E exaltou o ambiente criado para o amistoso. \"Essa atmosfera de Mundial estimula a responsabilidade de todos os jogadores e das demais pessoas envolvidas na partida\", opinou o português.  Dentro de campo, Dunga pode escalar um time ofensivo para brindar a torcida. No único treino, ele começou a atividade com Anderson entre os titulares no lugar de Josué. Na defesa, Thiago Silva foi o escolhido para ficar com a vaga do cortado Lúcio, formando a dupla com Luisão.  Na seleção lusitana, Queiroz preferiu não confirmar a equipe na véspera, guardando suas opções para o dia do jogo. O treinador de Portugal sequer adiantou o esquema tático do time, que pode ser mantido no 4-3-3 ou adotar postura mais cautelosa, no 4-4-2.  BRASIL Júlio César; Maicon, Luisão, Thiago Silva e Kléber; Gilberto Silva, Elano, Anderson e Kaká; Robinho e Luís Fabiano Técnico: Dunga  PORTUGAL Quim; Bosingwa, Fernando Meira, Pepe e Paulo Ferreira; Maniche, Deco e Raúl Meireles; Cristiano Ronaldo, Nani e Simão Técnico: Carlos Queiroz  Data: 19/11/2008 (quarta-feira) Local: estádio Bezerrão, em Brasília (DF) Horário: 22h (de Brasília) Árbitro: Jorge Larrionda (URU) Auxiliares: Walter Rial (URU) e Pablo Fandiño (URU)   Fonte: Uol Esporte</description>
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         <title>Não ganhamos nada ainda, diz presidente do Grêmio</title>  
         <link>http://www.plugmania.com.br/?pg=news/not/view&amp;id=1546</link>  
           <description>A seleção brasileira não empolgou a torcida em 2008, vê Dunga cada vez mais pressionado no cargo e está em dívida atuando em casa. Nada disso importa. Pelo menos não para a organização do amistoso contra Portugal, às 22h desta quarta-feira, no Bezerrão, na cidade-satélite do Gama. A partida que marca a despedida do Brasil na temporada terá uma euforia desproporcional a sua realidade atual.  O jogo contra os lusitanos tem ares muito mais promocionais e políticos do que esportivos. O confronto servirá para inaugurar o novo Bezerrão, reformado pelo governo por cerca de R$ 50 milhões. O projeto foi lançado em 2001, mas só sete anos depois saiu do papel e sem os 40 mil lugares prometidos (a capacidade é de 20 mil).  Para engrandecer o evento, a Federação Brasiliense de Futebol conseguiu convencer ao menos três personalidades a se tornarem convidados especiais: Pelé, Romário e Felipe Massa. O primeiro deverá dar o pontapé inicial. Romário foi garoto-propaganda do estádio. Já o piloto da Ferrari será homenageado antes da partida.  Junte-se a isso a euforia de uma torcida que há três anos não vê a seleção jogar em Brasília e pronto: o ambiente na capital federal é de festa. Na última terça, os torcedores encheram boa parte da arquibancada para ver o único treino. Mas aqueles que quiserem assistir ao duelo desta quarta precisaram desembolsar, pelo menos, R$ 180.   Dentro de campo, contudo, o cenário não corresponde a tantas comemorações. Apesar de estar em segundo lugar nas eliminatórias para a Copa, o Brasil está em dívida com seu torcedor. Nos três jogos que já disputou em casa neste ano, amargou três empates e não anotou um gol sequer, algo inédito na história da seleção principal.  O futebol pragmático demonstrado nessas partidas só aumentou a pressão sobre Dunga, que nos últimos dias viu crescerem também os rumores de que está perto de deixar a função. Ele, contudo, tenta se manter alheio ao que ocorre fora dos gramados e ao que dizem seus opositores. E elogia a realização do amistoso contra Portugal.  \"Reunir a seleção e colocar os atletas para jogarem juntos sempre ajuda. Pior seria ficar quatro, cinco meses sem reunir o grupo e não sentir o prazer de estar com a seleção\", argumentou Dunga, que nos dois dias em Brasília se contagiou pela euforia da torcida e adotou postura serena, diferentemente do que ocorreu em outros momentos de questionamentos a seu trabalho.  Pelos lados de Portugal, o técnico Carlos Queiroz também entrou no clima dos organizadores. E exaltou o ambiente criado para o amistoso. \"Essa atmosfera de Mundial estimula a responsabilidade de todos os jogadores e das demais pessoas envolvidas na partida\", opinou o português.  Dentro de campo, Dunga pode escalar um time ofensivo para brindar a torcida. No único treino, ele começou a atividade com Anderson entre os titulares no lugar de Josué. Na defesa, Thiago Silva foi o escolhido para ficar com a vaga do cortado Lúcio, formando a dupla com Luisão.  Na seleção lusitana, Queiroz preferiu não confirmar a equipe na véspera, guardando suas opções para o dia do jogo. O treinador de Portugal sequer adiantou o esquema tático do time, que pode ser mantido no 4-3-3 ou adotar postura mais cautelosa, no 4-4-2.  BRASIL Júlio César; Maicon, Luisão, Thiago Silva e Kléber; Gilberto Silva, Elano, Anderson e Kaká; Robinho e Luís Fabiano Técnico: Dunga  PORTUGAL Quim; Bosingwa, Fernando Meira, Pepe e Paulo Ferreira; Maniche, Deco e Raúl Meireles; Cristiano Ronaldo, Nani e Simão Técnico: Carlos Queiroz  Data: 19/11/2008 (quarta-feira) Local: estádio Bezerrão, em Brasília (DF) Horário: 22h (de Brasília) Árbitro: Jorge Larrionda (URU) Auxiliares: Walter Rial (URU) e Pablo Fandiño (URU)   Fonte: Uol Esporte</description>
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         <title>O'Neal é expulso em vitória dos Suns</title>  
         <link>http://www.plugmania.com.br/?pg=news/not/view&amp;id=1545</link>  
           <description>A seleção brasileira não empolgou a torcida em 2008, vê Dunga cada vez mais pressionado no cargo e está em dívida atuando em casa. Nada disso importa. Pelo menos não para a organização do amistoso contra Portugal, às 22h desta quarta-feira, no Bezerrão, na cidade-satélite do Gama. A partida que marca a despedida do Brasil na temporada terá uma euforia desproporcional a sua realidade atual.  O jogo contra os lusitanos tem ares muito mais promocionais e políticos do que esportivos. O confronto servirá para inaugurar o novo Bezerrão, reformado pelo governo por cerca de R$ 50 milhões. O projeto foi lançado em 2001, mas só sete anos depois saiu do papel e sem os 40 mil lugares prometidos (a capacidade é de 20 mil).  Para engrandecer o evento, a Federação Brasiliense de Futebol conseguiu convencer ao menos três personalidades a se tornarem convidados especiais: Pelé, Romário e Felipe Massa. O primeiro deverá dar o pontapé inicial. Romário foi garoto-propaganda do estádio. Já o piloto da Ferrari será homenageado antes da partida.  Junte-se a isso a euforia de uma torcida que há três anos não vê a seleção jogar em Brasília e pronto: o ambiente na capital federal é de festa. Na última terça, os torcedores encheram boa parte da arquibancada para ver o único treino. Mas aqueles que quiserem assistir ao duelo desta quarta precisaram desembolsar, pelo menos, R$ 180.   Dentro de campo, contudo, o cenário não corresponde a tantas comemorações. Apesar de estar em segundo lugar nas eliminatórias para a Copa, o Brasil está em dívida com seu torcedor. Nos três jogos que já disputou em casa neste ano, amargou três empates e não anotou um gol sequer, algo inédito na história da seleção principal.  O futebol pragmático demonstrado nessas partidas só aumentou a pressão sobre Dunga, que nos últimos dias viu crescerem também os rumores de que está perto de deixar a função. Ele, contudo, tenta se manter alheio ao que ocorre fora dos gramados e ao que dizem seus opositores. E elogia a realização do amistoso contra Portugal.  \"Reunir a seleção e colocar os atletas para jogarem juntos sempre ajuda. Pior seria ficar quatro, cinco meses sem reunir o grupo e não sentir o prazer de estar com a seleção\", argumentou Dunga, que nos dois dias em Brasília se contagiou pela euforia da torcida e adotou postura serena, diferentemente do que ocorreu em outros momentos de questionamentos a seu trabalho.  Pelos lados de Portugal, o técnico Carlos Queiroz também entrou no clima dos organizadores. E exaltou o ambiente criado para o amistoso. \"Essa atmosfera de Mundial estimula a responsabilidade de todos os jogadores e das demais pessoas envolvidas na partida\", opinou o português.  Dentro de campo, Dunga pode escalar um time ofensivo para brindar a torcida. No único treino, ele começou a atividade com Anderson entre os titulares no lugar de Josué. Na defesa, Thiago Silva foi o escolhido para ficar com a vaga do cortado Lúcio, formando a dupla com Luisão.  Na seleção lusitana, Queiroz preferiu não confirmar a equipe na véspera, guardando suas opções para o dia do jogo. O treinador de Portugal sequer adiantou o esquema tático do time, que pode ser mantido no 4-3-3 ou adotar postura mais cautelosa, no 4-4-2.  BRASIL Júlio César; Maicon, Luisão, Thiago Silva e Kléber; Gilberto Silva, Elano, Anderson e Kaká; Robinho e Luís Fabiano Técnico: Dunga  PORTUGAL Quim; Bosingwa, Fernando Meira, Pepe e Paulo Ferreira; Maniche, Deco e Raúl Meireles; Cristiano Ronaldo, Nani e Simão Técnico: Carlos Queiroz  Data: 19/11/2008 (quarta-feira) Local: estádio Bezerrão, em Brasília (DF) Horário: 22h (de Brasília) Árbitro: Jorge Larrionda (URU) Auxiliares: Walter Rial (URU) e Pablo Fandiño (URU)   Fonte: Uol Esporte</description>
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         <title>Em meio a protestos, Palmeiras descarta fugir para Atibaia</title>  
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           <description>A seleção brasileira não empolgou a torcida em 2008, vê Dunga cada vez mais pressionado no cargo e está em dívida atuando em casa. Nada disso importa. Pelo menos não para a organização do amistoso contra Portugal, às 22h desta quarta-feira, no Bezerrão, na cidade-satélite do Gama. A partida que marca a despedida do Brasil na temporada terá uma euforia desproporcional a sua realidade atual.  O jogo contra os lusitanos tem ares muito mais promocionais e políticos do que esportivos. O confronto servirá para inaugurar o novo Bezerrão, reformado pelo governo por cerca de R$ 50 milhões. O projeto foi lançado em 2001, mas só sete anos depois saiu do papel e sem os 40 mil lugares prometidos (a capacidade é de 20 mil).  Para engrandecer o evento, a Federação Brasiliense de Futebol conseguiu convencer ao menos três personalidades a se tornarem convidados especiais: Pelé, Romário e Felipe Massa. O primeiro deverá dar o pontapé inicial. Romário foi garoto-propaganda do estádio. Já o piloto da Ferrari será homenageado antes da partida.  Junte-se a isso a euforia de uma torcida que há três anos não vê a seleção jogar em Brasília e pronto: o ambiente na capital federal é de festa. Na última terça, os torcedores encheram boa parte da arquibancada para ver o único treino. Mas aqueles que quiserem assistir ao duelo desta quarta precisaram desembolsar, pelo menos, R$ 180.   Dentro de campo, contudo, o cenário não corresponde a tantas comemorações. Apesar de estar em segundo lugar nas eliminatórias para a Copa, o Brasil está em dívida com seu torcedor. Nos três jogos que já disputou em casa neste ano, amargou três empates e não anotou um gol sequer, algo inédito na história da seleção principal.  O futebol pragmático demonstrado nessas partidas só aumentou a pressão sobre Dunga, que nos últimos dias viu crescerem também os rumores de que está perto de deixar a função. Ele, contudo, tenta se manter alheio ao que ocorre fora dos gramados e ao que dizem seus opositores. E elogia a realização do amistoso contra Portugal.  \"Reunir a seleção e colocar os atletas para jogarem juntos sempre ajuda. Pior seria ficar quatro, cinco meses sem reunir o grupo e não sentir o prazer de estar com a seleção\", argumentou Dunga, que nos dois dias em Brasília se contagiou pela euforia da torcida e adotou postura serena, diferentemente do que ocorreu em outros momentos de questionamentos a seu trabalho.  Pelos lados de Portugal, o técnico Carlos Queiroz também entrou no clima dos organizadores. E exaltou o ambiente criado para o amistoso. \"Essa atmosfera de Mundial estimula a responsabilidade de todos os jogadores e das demais pessoas envolvidas na partida\", opinou o português.  Dentro de campo, Dunga pode escalar um time ofensivo para brindar a torcida. No único treino, ele começou a atividade com Anderson entre os titulares no lugar de Josué. Na defesa, Thiago Silva foi o escolhido para ficar com a vaga do cortado Lúcio, formando a dupla com Luisão.  Na seleção lusitana, Queiroz preferiu não confirmar a equipe na véspera, guardando suas opções para o dia do jogo. O treinador de Portugal sequer adiantou o esquema tático do time, que pode ser mantido no 4-3-3 ou adotar postura mais cautelosa, no 4-4-2.  BRASIL Júlio César; Maicon, Luisão, Thiago Silva e Kléber; Gilberto Silva, Elano, Anderson e Kaká; Robinho e Luís Fabiano Técnico: Dunga  PORTUGAL Quim; Bosingwa, Fernando Meira, Pepe e Paulo Ferreira; Maniche, Deco e Raúl Meireles; Cristiano Ronaldo, Nani e Simão Técnico: Carlos Queiroz  Data: 19/11/2008 (quarta-feira) Local: estádio Bezerrão, em Brasília (DF) Horário: 22h (de Brasília) Árbitro: Jorge Larrionda (URU) Auxiliares: Walter Rial (URU) e Pablo Fandiño (URU)   Fonte: Uol Esporte</description>
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         <title>Benjamin e Harley vencem etapa do Circuito Mundial</title>  
         <link>http://www.plugmania.com.br/?pg=news/not/view&amp;id=1543</link>  
           <description>A seleção brasileira não empolgou a torcida em 2008, vê Dunga cada vez mais pressionado no cargo e está em dívida atuando em casa. Nada disso importa. Pelo menos não para a organização do amistoso contra Portugal, às 22h desta quarta-feira, no Bezerrão, na cidade-satélite do Gama. A partida que marca a despedida do Brasil na temporada terá uma euforia desproporcional a sua realidade atual.  O jogo contra os lusitanos tem ares muito mais promocionais e políticos do que esportivos. O confronto servirá para inaugurar o novo Bezerrão, reformado pelo governo por cerca de R$ 50 milhões. O projeto foi lançado em 2001, mas só sete anos depois saiu do papel e sem os 40 mil lugares prometidos (a capacidade é de 20 mil).  Para engrandecer o evento, a Federação Brasiliense de Futebol conseguiu convencer ao menos três personalidades a se tornarem convidados especiais: Pelé, Romário e Felipe Massa. O primeiro deverá dar o pontapé inicial. Romário foi garoto-propaganda do estádio. Já o piloto da Ferrari será homenageado antes da partida.  Junte-se a isso a euforia de uma torcida que há três anos não vê a seleção jogar em Brasília e pronto: o ambiente na capital federal é de festa. Na última terça, os torcedores encheram boa parte da arquibancada para ver o único treino. Mas aqueles que quiserem assistir ao duelo desta quarta precisaram desembolsar, pelo menos, R$ 180.   Dentro de campo, contudo, o cenário não corresponde a tantas comemorações. Apesar de estar em segundo lugar nas eliminatórias para a Copa, o Brasil está em dívida com seu torcedor. Nos três jogos que já disputou em casa neste ano, amargou três empates e não anotou um gol sequer, algo inédito na história da seleção principal.  O futebol pragmático demonstrado nessas partidas só aumentou a pressão sobre Dunga, que nos últimos dias viu crescerem também os rumores de que está perto de deixar a função. Ele, contudo, tenta se manter alheio ao que ocorre fora dos gramados e ao que dizem seus opositores. E elogia a realização do amistoso contra Portugal.  \"Reunir a seleção e colocar os atletas para jogarem juntos sempre ajuda. Pior seria ficar quatro, cinco meses sem reunir o grupo e não sentir o prazer de estar com a seleção\", argumentou Dunga, que nos dois dias em Brasília se contagiou pela euforia da torcida e adotou postura serena, diferentemente do que ocorreu em outros momentos de questionamentos a seu trabalho.  Pelos lados de Portugal, o técnico Carlos Queiroz também entrou no clima dos organizadores. E exaltou o ambiente criado para o amistoso. \"Essa atmosfera de Mundial estimula a responsabilidade de todos os jogadores e das demais pessoas envolvidas na partida\", opinou o português.  Dentro de campo, Dunga pode escalar um time ofensivo para brindar a torcida. No único treino, ele começou a atividade com Anderson entre os titulares no lugar de Josué. Na defesa, Thiago Silva foi o escolhido para ficar com a vaga do cortado Lúcio, formando a dupla com Luisão.  Na seleção lusitana, Queiroz preferiu não confirmar a equipe na véspera, guardando suas opções para o dia do jogo. O treinador de Portugal sequer adiantou o esquema tático do time, que pode ser mantido no 4-3-3 ou adotar postura mais cautelosa, no 4-4-2.  BRASIL Júlio César; Maicon, Luisão, Thiago Silva e Kléber; Gilberto Silva, Elano, Anderson e Kaká; Robinho e Luís Fabiano Técnico: Dunga  PORTUGAL Quim; Bosingwa, Fernando Meira, Pepe e Paulo Ferreira; Maniche, Deco e Raúl Meireles; Cristiano Ronaldo, Nani e Simão Técnico: Carlos Queiroz  Data: 19/11/2008 (quarta-feira) Local: estádio Bezerrão, em Brasília (DF) Horário: 22h (de Brasília) Árbitro: Jorge Larrionda (URU) Auxiliares: Walter Rial (URU) e Pablo Fandiño (URU)   Fonte: Uol Esporte</description>
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         <title>Pistons quebram série invicta dos Lakers</title>  
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         <title>Com dores nas costas, Diego é apenas o 7º colocado</title>  
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         <title>Fabíola Molina conquista o bronze nos 50m costas em Berlim</title>  
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           <description>A seleção brasileira não empolgou a torcida em 2008, vê Dunga cada vez mais pressionado no cargo e está em dívida atuando em casa. Nada disso importa. Pelo menos não para a organização do amistoso contra Portugal, às 22h desta quarta-feira, no Bezerrão, na cidade-satélite do Gama. A partida que marca a despedida do Brasil na temporada terá uma euforia desproporcional a sua realidade atual.  O jogo contra os lusitanos tem ares muito mais promocionais e políticos do que esportivos. O confronto servirá para inaugurar o novo Bezerrão, reformado pelo governo por cerca de R$ 50 milhões. O projeto foi lançado em 2001, mas só sete anos depois saiu do papel e sem os 40 mil lugares prometidos (a capacidade é de 20 mil).  Para engrandecer o evento, a Federação Brasiliense de Futebol conseguiu convencer ao menos três personalidades a se tornarem convidados especiais: Pelé, Romário e Felipe Massa. O primeiro deverá dar o pontapé inicial. Romário foi garoto-propaganda do estádio. Já o piloto da Ferrari será homenageado antes da partida.  Junte-se a isso a euforia de uma torcida que há três anos não vê a seleção jogar em Brasília e pronto: o ambiente na capital federal é de festa. Na última terça, os torcedores encheram boa parte da arquibancada para ver o único treino. Mas aqueles que quiserem assistir ao duelo desta quarta precisaram desembolsar, pelo menos, R$ 180.   Dentro de campo, contudo, o cenário não corresponde a tantas comemorações. Apesar de estar em segundo lugar nas eliminatórias para a Copa, o Brasil está em dívida com seu torcedor. Nos três jogos que já disputou em casa neste ano, amargou três empates e não anotou um gol sequer, algo inédito na história da seleção principal.  O futebol pragmático demonstrado nessas partidas só aumentou a pressão sobre Dunga, que nos últimos dias viu crescerem também os rumores de que está perto de deixar a função. Ele, contudo, tenta se manter alheio ao que ocorre fora dos gramados e ao que dizem seus opositores. E elogia a realização do amistoso contra Portugal.  \"Reunir a seleção e colocar os atletas para jogarem juntos sempre ajuda. Pior seria ficar quatro, cinco meses sem reunir o grupo e não sentir o prazer de estar com a seleção\", argumentou Dunga, que nos dois dias em Brasília se contagiou pela euforia da torcida e adotou postura serena, diferentemente do que ocorreu em outros momentos de questionamentos a seu trabalho.  Pelos lados de Portugal, o técnico Carlos Queiroz também entrou no clima dos organizadores. E exaltou o ambiente criado para o amistoso. \"Essa atmosfera de Mundial estimula a responsabilidade de todos os jogadores e das demais pessoas envolvidas na partida\", opinou o português.  Dentro de campo, Dunga pode escalar um time ofensivo para brindar a torcida. No único treino, ele começou a atividade com Anderson entre os titulares no lugar de Josué. Na defesa, Thiago Silva foi o escolhido para ficar com a vaga do cortado Lúcio, formando a dupla com Luisão.  Na seleção lusitana, Queiroz preferiu não confirmar a equipe na véspera, guardando suas opções para o dia do jogo. O treinador de Portugal sequer adiantou o esquema tático do time, que pode ser mantido no 4-3-3 ou adotar postura mais cautelosa, no 4-4-2.  BRASIL Júlio César; Maicon, Luisão, Thiago Silva e Kléber; Gilberto Silva, Elano, Anderson e Kaká; Robinho e Luís Fabiano Técnico: Dunga  PORTUGAL Quim; Bosingwa, Fernando Meira, Pepe e Paulo Ferreira; Maniche, Deco e Raúl Meireles; Cristiano Ronaldo, Nani e Simão Técnico: Carlos Queiroz  Data: 19/11/2008 (quarta-feira) Local: estádio Bezerrão, em Brasília (DF) Horário: 22h (de Brasília) Árbitro: Jorge Larrionda (URU) Auxiliares: Walter Rial (URU) e Pablo Fandiño (URU)   Fonte: Uol Esporte</description>
           <lastBuildDate>15/11/2008</lastBuildDate>
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         <title>Inter vence no México e fica perto de final inédita</title>  
         <link>http://www.plugmania.com.br/?pg=news/not/view&amp;id=1539</link>  
           <description>A seleção brasileira não empolgou a torcida em 2008, vê Dunga cada vez mais pressionado no cargo e está em dívida atuando em casa. Nada disso importa. Pelo menos não para a organização do amistoso contra Portugal, às 22h desta quarta-feira, no Bezerrão, na cidade-satélite do Gama. A partida que marca a despedida do Brasil na temporada terá uma euforia desproporcional a sua realidade atual.  O jogo contra os lusitanos tem ares muito mais promocionais e políticos do que esportivos. O confronto servirá para inaugurar o novo Bezerrão, reformado pelo governo por cerca de R$ 50 milhões. O projeto foi lançado em 2001, mas só sete anos depois saiu do papel e sem os 40 mil lugares prometidos (a capacidade é de 20 mil).  Para engrandecer o evento, a Federação Brasiliense de Futebol conseguiu convencer ao menos três personalidades a se tornarem convidados especiais: Pelé, Romário e Felipe Massa. O primeiro deverá dar o pontapé inicial. Romário foi garoto-propaganda do estádio. Já o piloto da Ferrari será homenageado antes da partida.  Junte-se a isso a euforia de uma torcida que há três anos não vê a seleção jogar em Brasília e pronto: o ambiente na capital federal é de festa. Na última terça, os torcedores encheram boa parte da arquibancada para ver o único treino. Mas aqueles que quiserem assistir ao duelo desta quarta precisaram desembolsar, pelo menos, R$ 180.   Dentro de campo, contudo, o cenário não corresponde a tantas comemorações. Apesar de estar em segundo lugar nas eliminatórias para a Copa, o Brasil está em dívida com seu torcedor. Nos três jogos que já disputou em casa neste ano, amargou três empates e não anotou um gol sequer, algo inédito na história da seleção principal.  O futebol pragmático demonstrado nessas partidas só aumentou a pressão sobre Dunga, que nos últimos dias viu crescerem também os rumores de que está perto de deixar a função. Ele, contudo, tenta se manter alheio ao que ocorre fora dos gramados e ao que dizem seus opositores. E elogia a realização do amistoso contra Portugal.  \"Reunir a seleção e colocar os atletas para jogarem juntos sempre ajuda. Pior seria ficar quatro, cinco meses sem reunir o grupo e não sentir o prazer de estar com a seleção\", argumentou Dunga, que nos dois dias em Brasília se contagiou pela euforia da torcida e adotou postura serena, diferentemente do que ocorreu em outros momentos de questionamentos a seu trabalho.  Pelos lados de Portugal, o técnico Carlos Queiroz também entrou no clima dos organizadores. E exaltou o ambiente criado para o amistoso. \"Essa atmosfera de Mundial estimula a responsabilidade de todos os jogadores e das demais pessoas envolvidas na partida\", opinou o português.  Dentro de campo, Dunga pode escalar um time ofensivo para brindar a torcida. No único treino, ele começou a atividade com Anderson entre os titulares no lugar de Josué. Na defesa, Thiago Silva foi o escolhido para ficar com a vaga do cortado Lúcio, formando a dupla com Luisão.  Na seleção lusitana, Queiroz preferiu não confirmar a equipe na véspera, guardando suas opções para o dia do jogo. O treinador de Portugal sequer adiantou o esquema tático do time, que pode ser mantido no 4-3-3 ou adotar postura mais cautelosa, no 4-4-2.  BRASIL Júlio César; Maicon, Luisão, Thiago Silva e Kléber; Gilberto Silva, Elano, Anderson e Kaká; Robinho e Luís Fabiano Técnico: Dunga  PORTUGAL Quim; Bosingwa, Fernando Meira, Pepe e Paulo Ferreira; Maniche, Deco e Raúl Meireles; Cristiano Ronaldo, Nani e Simão Técnico: Carlos Queiroz  Data: 19/11/2008 (quarta-feira) Local: estádio Bezerrão, em Brasília (DF) Horário: 22h (de Brasília) Árbitro: Jorge Larrionda (URU) Auxiliares: Walter Rial (URU) e Pablo Fandiño (URU)   Fonte: Uol Esporte</description>
           <lastBuildDate>13/11/2008</lastBuildDate>
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         <title>Leandrinho briga e joga bem, mas Suns perdem</title>  
         <link>http://www.plugmania.com.br/?pg=news/not/view&amp;id=1538</link>  
           <description>A seleção brasileira não empolgou a torcida em 2008, vê Dunga cada vez mais pressionado no cargo e está em dívida atuando em casa. Nada disso importa. Pelo menos não para a organização do amistoso contra Portugal, às 22h desta quarta-feira, no Bezerrão, na cidade-satélite do Gama. A partida que marca a despedida do Brasil na temporada terá uma euforia desproporcional a sua realidade atual.  O jogo contra os lusitanos tem ares muito mais promocionais e políticos do que esportivos. O confronto servirá para inaugurar o novo Bezerrão, reformado pelo governo por cerca de R$ 50 milhões. O projeto foi lançado em 2001, mas só sete anos depois saiu do papel e sem os 40 mil lugares prometidos (a capacidade é de 20 mil).  Para engrandecer o evento, a Federação Brasiliense de Futebol conseguiu convencer ao menos três personalidades a se tornarem convidados especiais: Pelé, Romário e Felipe Massa. O primeiro deverá dar o pontapé inicial. Romário foi garoto-propaganda do estádio. Já o piloto da Ferrari será homenageado antes da partida.  Junte-se a isso a euforia de uma torcida que há três anos não vê a seleção jogar em Brasília e pronto: o ambiente na capital federal é de festa. Na última terça, os torcedores encheram boa parte da arquibancada para ver o único treino. Mas aqueles que quiserem assistir ao duelo desta quarta precisaram desembolsar, pelo menos, R$ 180.   Dentro de campo, contudo, o cenário não corresponde a tantas comemorações. Apesar de estar em segundo lugar nas eliminatórias para a Copa, o Brasil está em dívida com seu torcedor. Nos três jogos que já disputou em casa neste ano, amargou três empates e não anotou um gol sequer, algo inédito na história da seleção principal.  O futebol pragmático demonstrado nessas partidas só aumentou a pressão sobre Dunga, que nos últimos dias viu crescerem também os rumores de que está perto de deixar a função. Ele, contudo, tenta se manter alheio ao que ocorre fora dos gramados e ao que dizem seus opositores. E elogia a realização do amistoso contra Portugal.  \"Reunir a seleção e colocar os atletas para jogarem juntos sempre ajuda. Pior seria ficar quatro, cinco meses sem reunir o grupo e não sentir o prazer de estar com a seleção\", argumentou Dunga, que nos dois dias em Brasília se contagiou pela euforia da torcida e adotou postura serena, diferentemente do que ocorreu em outros momentos de questionamentos a seu trabalho.  Pelos lados de Portugal, o técnico Carlos Queiroz também entrou no clima dos organizadores. E exaltou o ambiente criado para o amistoso. \"Essa atmosfera de Mundial estimula a responsabilidade de todos os jogadores e das demais pessoas envolvidas na partida\", opinou o português.  Dentro de campo, Dunga pode escalar um time ofensivo para brindar a torcida. No único treino, ele começou a atividade com Anderson entre os titulares no lugar de Josué. Na defesa, Thiago Silva foi o escolhido para ficar com a vaga do cortado Lúcio, formando a dupla com Luisão.  Na seleção lusitana, Queiroz preferiu não confirmar a equipe na véspera, guardando suas opções para o dia do jogo. O treinador de Portugal sequer adiantou o esquema tático do time, que pode ser mantido no 4-3-3 ou adotar postura mais cautelosa, no 4-4-2.  BRASIL Júlio César; Maicon, Luisão, Thiago Silva e Kléber; Gilberto Silva, Elano, Anderson e Kaká; Robinho e Luís Fabiano Técnico: Dunga  PORTUGAL Quim; Bosingwa, Fernando Meira, Pepe e Paulo Ferreira; Maniche, Deco e Raúl Meireles; Cristiano Ronaldo, Nani e Simão Técnico: Carlos Queiroz  Data: 19/11/2008 (quarta-feira) Local: estádio Bezerrão, em Brasília (DF) Horário: 22h (de Brasília) Árbitro: Jorge Larrionda (URU) Auxiliares: Walter Rial (URU) e Pablo Fandiño (URU)   Fonte: Uol Esporte</description>
           <lastBuildDate>13/11/2008</lastBuildDate>
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         <title>Já campeão, Corinthians vence e encerra jejum em Caxias</title>  
         <link>http://www.plugmania.com.br/?pg=news/not/view&amp;id=1537</link>  
           <description>A seleção brasileira não empolgou a torcida em 2008, vê Dunga cada vez mais pressionado no cargo e está em dívida atuando em casa. Nada disso importa. Pelo menos não para a organização do amistoso contra Portugal, às 22h desta quarta-feira, no Bezerrão, na cidade-satélite do Gama. A partida que marca a despedida do Brasil na temporada terá uma euforia desproporcional a sua realidade atual.  O jogo contra os lusitanos tem ares muito mais promocionais e políticos do que esportivos. O confronto servirá para inaugurar o novo Bezerrão, reformado pelo governo por cerca de R$ 50 milhões. O projeto foi lançado em 2001, mas só sete anos depois saiu do papel e sem os 40 mil lugares prometidos (a capacidade é de 20 mil).  Para engrandecer o evento, a Federação Brasiliense de Futebol conseguiu convencer ao menos três personalidades a se tornarem convidados especiais: Pelé, Romário e Felipe Massa. O primeiro deverá dar o pontapé inicial. Romário foi garoto-propaganda do estádio. Já o piloto da Ferrari será homenageado antes da partida.  Junte-se a isso a euforia de uma torcida que há três anos não vê a seleção jogar em Brasília e pronto: o ambiente na capital federal é de festa. Na última terça, os torcedores encheram boa parte da arquibancada para ver o único treino. Mas aqueles que quiserem assistir ao duelo desta quarta precisaram desembolsar, pelo menos, R$ 180.   Dentro de campo, contudo, o cenário não corresponde a tantas comemorações. Apesar de estar em segundo lugar nas eliminatórias para a Copa, o Brasil está em dívida com seu torcedor. Nos três jogos que já disputou em casa neste ano, amargou três empates e não anotou um gol sequer, algo inédito na história da seleção principal.  O futebol pragmático demonstrado nessas partidas só aumentou a pressão sobre Dunga, que nos últimos dias viu crescerem também os rumores de que está perto de deixar a função. Ele, contudo, tenta se manter alheio ao que ocorre fora dos gramados e ao que dizem seus opositores. E elogia a realização do amistoso contra Portugal.  \"Reunir a seleção e colocar os atletas para jogarem juntos sempre ajuda. Pior seria ficar quatro, cinco meses sem reunir o grupo e não sentir o prazer de estar com a seleção\", argumentou Dunga, que nos dois dias em Brasília se contagiou pela euforia da torcida e adotou postura serena, diferentemente do que ocorreu em outros momentos de questionamentos a seu trabalho.  Pelos lados de Portugal, o técnico Carlos Queiroz também entrou no clima dos organizadores. E exaltou o ambiente criado para o amistoso. \"Essa atmosfera de Mundial estimula a responsabilidade de todos os jogadores e das demais pessoas envolvidas na partida\", opinou o português.  Dentro de campo, Dunga pode escalar um time ofensivo para brindar a torcida. No único treino, ele começou a atividade com Anderson entre os titulares no lugar de Josué. Na defesa, Thiago Silva foi o escolhido para ficar com a vaga do cortado Lúcio, formando a dupla com Luisão.  Na seleção lusitana, Queiroz preferiu não confirmar a equipe na véspera, guardando suas opções para o dia do jogo. O treinador de Portugal sequer adiantou o esquema tático do time, que pode ser mantido no 4-3-3 ou adotar postura mais cautelosa, no 4-4-2.  BRASIL Júlio César; Maicon, Luisão, Thiago Silva e Kléber; Gilberto Silva, Elano, Anderson e Kaká; Robinho e Luís Fabiano Técnico: Dunga  PORTUGAL Quim; Bosingwa, Fernando Meira, Pepe e Paulo Ferreira; Maniche, Deco e Raúl Meireles; Cristiano Ronaldo, Nani e Simão Técnico: Carlos Queiroz  Data: 19/11/2008 (quarta-feira) Local: estádio Bezerrão, em Brasília (DF) Horário: 22h (de Brasília) Árbitro: Jorge Larrionda (URU) Auxiliares: Walter Rial (URU) e Pablo Fandiño (URU)   Fonte: Uol Esporte</description>
           <lastBuildDate>13/11/2008</lastBuildDate>
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         <title>Reta final do BR revive duelo São Paulo x Fla por taça das bolinhas</title>  
         <link>http://www.plugmania.com.br/?pg=news/not/view&amp;id=1536</link>  
           <description>A seleção brasileira não empolgou a torcida em 2008, vê Dunga cada vez mais pressionado no cargo e está em dívida atuando em casa. Nada disso importa. Pelo menos não para a organização do amistoso contra Portugal, às 22h desta quarta-feira, no Bezerrão, na cidade-satélite do Gama. A partida que marca a despedida do Brasil na temporada terá uma euforia desproporcional a sua realidade atual.  O jogo contra os lusitanos tem ares muito mais promocionais e políticos do que esportivos. O confronto servirá para inaugurar o novo Bezerrão, reformado pelo governo por cerca de R$ 50 milhões. O projeto foi lançado em 2001, mas só sete anos depois saiu do papel e sem os 40 mil lugares prometidos (a capacidade é de 20 mil).  Para engrandecer o evento, a Federação Brasiliense de Futebol conseguiu convencer ao menos três personalidades a se tornarem convidados especiais: Pelé, Romário e Felipe Massa. O primeiro deverá dar o pontapé inicial. Romário foi garoto-propaganda do estádio. Já o piloto da Ferrari será homenageado antes da partida.  Junte-se a isso a euforia de uma torcida que há três anos não vê a seleção jogar em Brasília e pronto: o ambiente na capital federal é de festa. Na última terça, os torcedores encheram boa parte da arquibancada para ver o único treino. Mas aqueles que quiserem assistir ao duelo desta quarta precisaram desembolsar, pelo menos, R$ 180.   Dentro de campo, contudo, o cenário não corresponde a tantas comemorações. Apesar de estar em segundo lugar nas eliminatórias para a Copa, o Brasil está em dívida com seu torcedor. Nos três jogos que já disputou em casa neste ano, amargou três empates e não anotou um gol sequer, algo inédito na história da seleção principal.  O futebol pragmático demonstrado nessas partidas só aumentou a pressão sobre Dunga, que nos últimos dias viu crescerem também os rumores de que está perto de deixar a função. Ele, contudo, tenta se manter alheio ao que ocorre fora dos gramados e ao que dizem seus opositores. E elogia a realização do amistoso contra Portugal.  \"Reunir a seleção e colocar os atletas para jogarem juntos sempre ajuda. Pior seria ficar quatro, cinco meses sem reunir o grupo e não sentir o prazer de estar com a seleção\", argumentou Dunga, que nos dois dias em Brasília se contagiou pela euforia da torcida e adotou postura serena, diferentemente do que ocorreu em outros momentos de questionamentos a seu trabalho.  Pelos lados de Portugal, o técnico Carlos Queiroz também entrou no clima dos organizadores. E exaltou o ambiente criado para o amistoso. \"Essa atmosfera de Mundial estimula a responsabilidade de todos os jogadores e das demais pessoas envolvidas na partida\", opinou o português.  Dentro de campo, Dunga pode escalar um time ofensivo para brindar a torcida. No único treino, ele começou a atividade com Anderson entre os titulares no lugar de Josué. Na defesa, Thiago Silva foi o escolhido para ficar com a vaga do cortado Lúcio, formando a dupla com Luisão.  Na seleção lusitana, Queiroz preferiu não confirmar a equipe na véspera, guardando suas opções para o dia do jogo. O treinador de Portugal sequer adiantou o esquema tático do time, que pode ser mantido no 4-3-3 ou adotar postura mais cautelosa, no 4-4-2.  BRASIL Júlio César; Maicon, Luisão, Thiago Silva e Kléber; Gilberto Silva, Elano, Anderson e Kaká; Robinho e Luís Fabiano Técnico: Dunga  PORTUGAL Quim; Bosingwa, Fernando Meira, Pepe e Paulo Ferreira; Maniche, Deco e Raúl Meireles; Cristiano Ronaldo, Nani e Simão Técnico: Carlos Queiroz  Data: 19/11/2008 (quarta-feira) Local: estádio Bezerrão, em Brasília (DF) Horário: 22h (de Brasília) Árbitro: Jorge Larrionda (URU) Auxiliares: Walter Rial (URU) e Pablo Fandiño (URU)   Fonte: Uol Esporte</description>
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         <title>Após vice, Felipe Massa leva Capacete de Ouro</title>  
         <link>http://www.plugmania.com.br/?pg=news/not/view&amp;id=1535</link>  
           <description>A seleção brasileira não empolgou a torcida em 2008, vê Dunga cada vez mais pressionado no cargo e está em dívida atuando em casa. Nada disso importa. Pelo menos não para a organização do amistoso contra Portugal, às 22h desta quarta-feira, no Bezerrão, na cidade-satélite do Gama. A partida que marca a despedida do Brasil na temporada terá uma euforia desproporcional a sua realidade atual.  O jogo contra os lusitanos tem ares muito mais promocionais e políticos do que esportivos. O confronto servirá para inaugurar o novo Bezerrão, reformado pelo governo por cerca de R$ 50 milhões. O projeto foi lançado em 2001, mas só sete anos depois saiu do papel e sem os 40 mil lugares prometidos (a capacidade é de 20 mil).  Para engrandecer o evento, a Federação Brasiliense de Futebol conseguiu convencer ao menos três personalidades a se tornarem convidados especiais: Pelé, Romário e Felipe Massa. O primeiro deverá dar o pontapé inicial. Romário foi garoto-propaganda do estádio. Já o piloto da Ferrari será homenageado antes da partida.  Junte-se a isso a euforia de uma torcida que há três anos não vê a seleção jogar em Brasília e pronto: o ambiente na capital federal é de festa. Na última terça, os torcedores encheram boa parte da arquibancada para ver o único treino. Mas aqueles que quiserem assistir ao duelo desta quarta precisaram desembolsar, pelo menos, R$ 180.   Dentro de campo, contudo, o cenário não corresponde a tantas comemorações. Apesar de estar em segundo lugar nas eliminatórias para a Copa, o Brasil está em dívida com seu torcedor. Nos três jogos que já disputou em casa neste ano, amargou três empates e não anotou um gol sequer, algo inédito na história da seleção principal.  O futebol pragmático demonstrado nessas partidas só aumentou a pressão sobre Dunga, que nos últimos dias viu crescerem também os rumores de que está perto de deixar a função. Ele, contudo, tenta se manter alheio ao que ocorre fora dos gramados e ao que dizem seus opositores. E elogia a realização do amistoso contra Portugal.  \"Reunir a seleção e colocar os atletas para jogarem juntos sempre ajuda. Pior seria ficar quatro, cinco meses sem reunir o grupo e não sentir o prazer de estar com a seleção\", argumentou Dunga, que nos dois dias em Brasília se contagiou pela euforia da torcida e adotou postura serena, diferentemente do que ocorreu em outros momentos de questionamentos a seu trabalho.  Pelos lados de Portugal, o técnico Carlos Queiroz também entrou no clima dos organizadores. E exaltou o ambiente criado para o amistoso. \"Essa atmosfera de Mundial estimula a responsabilidade de todos os jogadores e das demais pessoas envolvidas na partida\", opinou o português.  Dentro de campo, Dunga pode escalar um time ofensivo para brindar a torcida. No único treino, ele começou a atividade com Anderson entre os titulares no lugar de Josué. Na defesa, Thiago Silva foi o escolhido para ficar com a vaga do cortado Lúcio, formando a dupla com Luisão.  Na seleção lusitana, Queiroz preferiu não confirmar a equipe na véspera, guardando suas opções para o dia do jogo. O treinador de Portugal sequer adiantou o esquema tático do time, que pode ser mantido no 4-3-3 ou adotar postura mais cautelosa, no 4-4-2.  BRASIL Júlio César; Maicon, Luisão, Thiago Silva e Kléber; Gilberto Silva, Elano, Anderson e Kaká; Robinho e Luís Fabiano Técnico: Dunga  PORTUGAL Quim; Bosingwa, Fernando Meira, Pepe e Paulo Ferreira; Maniche, Deco e Raúl Meireles; Cristiano Ronaldo, Nani e Simão Técnico: Carlos Queiroz  Data: 19/11/2008 (quarta-feira) Local: estádio Bezerrão, em Brasília (DF) Horário: 22h (de Brasília) Árbitro: Jorge Larrionda (URU) Auxiliares: Walter Rial (URU) e Pablo Fandiño (URU)   Fonte: Uol Esporte</description>
           <lastBuildDate>12/11/2008</lastBuildDate>
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         <title>Brasil é superado pela Holanda e aparece em 5° no ranking da Fifa</title>  
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           <description>A seleção brasileira não empolgou a torcida em 2008, vê Dunga cada vez mais pressionado no cargo e está em dívida atuando em casa. Nada disso importa. Pelo menos não para a organização do amistoso contra Portugal, às 22h desta quarta-feira, no Bezerrão, na cidade-satélite do Gama. A partida que marca a despedida do Brasil na temporada terá uma euforia desproporcional a sua realidade atual.  O jogo contra os lusitanos tem ares muito mais promocionais e políticos do que esportivos. O confronto servirá para inaugurar o novo Bezerrão, reformado pelo governo por cerca de R$ 50 milhões. O projeto foi lançado em 2001, mas só sete anos depois saiu do papel e sem os 40 mil lugares prometidos (a capacidade é de 20 mil).  Para engrandecer o evento, a Federação Brasiliense de Futebol conseguiu convencer ao menos três personalidades a se tornarem convidados especiais: Pelé, Romário e Felipe Massa. O primeiro deverá dar o pontapé inicial. Romário foi garoto-propaganda do estádio. Já o piloto da Ferrari será homenageado antes da partida.  Junte-se a isso a euforia de uma torcida que há três anos não vê a seleção jogar em Brasília e pronto: o ambiente na capital federal é de festa. Na última terça, os torcedores encheram boa parte da arquibancada para ver o único treino. Mas aqueles que quiserem assistir ao duelo desta quarta precisaram desembolsar, pelo menos, R$ 180.   Dentro de campo, contudo, o cenário não corresponde a tantas comemorações. Apesar de estar em segundo lugar nas eliminatórias para a Copa, o Brasil está em dívida com seu torcedor. Nos três jogos que já disputou em casa neste ano, amargou três empates e não anotou um gol sequer, algo inédito na história da seleção principal.  O futebol pragmático demonstrado nessas partidas só aumentou a pressão sobre Dunga, que nos últimos dias viu crescerem também os rumores de que está perto de deixar a função. Ele, contudo, tenta se manter alheio ao que ocorre fora dos gramados e ao que dizem seus opositores. E elogia a realização do amistoso contra Portugal.  \"Reunir a seleção e colocar os atletas para jogarem juntos sempre ajuda. Pior seria ficar quatro, cinco meses sem reunir o grupo e não sentir o prazer de estar com a seleção\", argumentou Dunga, que nos dois dias em Brasília se contagiou pela euforia da torcida e adotou postura serena, diferentemente do que ocorreu em outros momentos de questionamentos a seu trabalho.  Pelos lados de Portugal, o técnico Carlos Queiroz também entrou no clima dos organizadores. E exaltou o ambiente criado para o amistoso. \"Essa atmosfera de Mundial estimula a responsabilidade de todos os jogadores e das demais pessoas envolvidas na partida\", opinou o português.  Dentro de campo, Dunga pode escalar um time ofensivo para brindar a torcida. No único treino, ele começou a atividade com Anderson entre os titulares no lugar de Josué. Na defesa, Thiago Silva foi o escolhido para ficar com a vaga do cortado Lúcio, formando a dupla com Luisão.  Na seleção lusitana, Queiroz preferiu não confirmar a equipe na véspera, guardando suas opções para o dia do jogo. O treinador de Portugal sequer adiantou o esquema tático do time, que pode ser mantido no 4-3-3 ou adotar postura mais cautelosa, no 4-4-2.  BRASIL Júlio César; Maicon, Luisão, Thiago Silva e Kléber; Gilberto Silva, Elano, Anderson e Kaká; Robinho e Luís Fabiano Técnico: Dunga  PORTUGAL Quim; Bosingwa, Fernando Meira, Pepe e Paulo Ferreira; Maniche, Deco e Raúl Meireles; Cristiano Ronaldo, Nani e Simão Técnico: Carlos Queiroz  Data: 19/11/2008 (quarta-feira) Local: estádio Bezerrão, em Brasília (DF) Horário: 22h (de Brasília) Árbitro: Jorge Larrionda (URU) Auxiliares: Walter Rial (URU) e Pablo Fandiño (URU)   Fonte: Uol Esporte</description>
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         <title>Marcos pede desculpas e diz que passou dos limites</title>  
         <link>http://www.plugmania.com.br/?pg=news/not/view&amp;id=1533</link>  
           <description>A seleção brasileira não empolgou a torcida em 2008, vê Dunga cada vez mais pressionado no cargo e está em dívida atuando em casa. Nada disso importa. Pelo menos não para a organização do amistoso contra Portugal, às 22h desta quarta-feira, no Bezerrão, na cidade-satélite do Gama. A partida que marca a despedida do Brasil na temporada terá uma euforia desproporcional a sua realidade atual.  O jogo contra os lusitanos tem ares muito mais promocionais e políticos do que esportivos. O confronto servirá para inaugurar o novo Bezerrão, reformado pelo governo por cerca de R$ 50 milhões. O projeto foi lançado em 2001, mas só sete anos depois saiu do papel e sem os 40 mil lugares prometidos (a capacidade é de 20 mil).  Para engrandecer o evento, a Federação Brasiliense de Futebol conseguiu convencer ao menos três personalidades a se tornarem convidados especiais: Pelé, Romário e Felipe Massa. O primeiro deverá dar o pontapé inicial. Romário foi garoto-propaganda do estádio. Já o piloto da Ferrari será homenageado antes da partida.  Junte-se a isso a euforia de uma torcida que há três anos não vê a seleção jogar em Brasília e pronto: o ambiente na capital federal é de festa. Na última terça, os torcedores encheram boa parte da arquibancada para ver o único treino. Mas aqueles que quiserem assistir ao duelo desta quarta precisaram desembolsar, pelo menos, R$ 180.   Dentro de campo, contudo, o cenário não corresponde a tantas comemorações. Apesar de estar em segundo lugar nas eliminatórias para a Copa, o Brasil está em dívida com seu torcedor. Nos três jogos que já disputou em casa neste ano, amargou três empates e não anotou um gol sequer, algo inédito na história da seleção principal.  O futebol pragmático demonstrado nessas partidas só aumentou a pressão sobre Dunga, que nos últimos dias viu crescerem também os rumores de que está perto de deixar a função. Ele, contudo, tenta se manter alheio ao que ocorre fora dos gramados e ao que dizem seus opositores. E elogia a realização do amistoso contra Portugal.  \"Reunir a seleção e colocar os atletas para jogarem juntos sempre ajuda. Pior seria ficar quatro, cinco meses sem reunir o grupo e não sentir o prazer de estar com a seleção\", argumentou Dunga, que nos dois dias em Brasília se contagiou pela euforia da torcida e adotou postura serena, diferentemente do que ocorreu em outros momentos de questionamentos a seu trabalho.  Pelos lados de Portugal, o técnico Carlos Queiroz também entrou no clima dos organizadores. E exaltou o ambiente criado para o amistoso. \"Essa atmosfera de Mundial estimula a responsabilidade de todos os jogadores e das demais pessoas envolvidas na partida\", opinou o português.  Dentro de campo, Dunga pode escalar um time ofensivo para brindar a torcida. No único treino, ele começou a atividade com Anderson entre os titulares no lugar de Josué. Na defesa, Thiago Silva foi o escolhido para ficar com a vaga do cortado Lúcio, formando a dupla com Luisão.  Na seleção lusitana, Queiroz preferiu não confirmar a equipe na véspera, guardando suas opções para o dia do jogo. O treinador de Portugal sequer adiantou o esquema tático do time, que pode ser mantido no 4-3-3 ou adotar postura mais cautelosa, no 4-4-2.  BRASIL Júlio César; Maicon, Luisão, Thiago Silva e Kléber; Gilberto Silva, Elano, Anderson e Kaká; Robinho e Luís Fabiano Técnico: Dunga  PORTUGAL Quim; Bosingwa, Fernando Meira, Pepe e Paulo Ferreira; Maniche, Deco e Raúl Meireles; Cristiano Ronaldo, Nani e Simão Técnico: Carlos Queiroz  Data: 19/11/2008 (quarta-feira) Local: estádio Bezerrão, em Brasília (DF) Horário: 22h (de Brasília) Árbitro: Jorge Larrionda (URU) Auxiliares: Walter Rial (URU) e Pablo Fandiño (URU)   Fonte: Uol Esporte</description>
           <lastBuildDate>12/11/2008</lastBuildDate>
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         <title>Guga invade gramado descalço e festeja com Avaí</title>  
         <link>http://www.plugmania.com.br/?pg=news/not/view&amp;id=1532</link>  
           <description>A seleção brasileira não empolgou a torcida em 2008, vê Dunga cada vez mais pressionado no cargo e está em dívida atuando em casa. Nada disso importa. Pelo menos não para a organização do amistoso contra Portugal, às 22h desta quarta-feira, no Bezerrão, na cidade-satélite do Gama. A partida que marca a despedida do Brasil na temporada terá uma euforia desproporcional a sua realidade atual.  O jogo contra os lusitanos tem ares muito mais promocionais e políticos do que esportivos. O confronto servirá para inaugurar o novo Bezerrão, reformado pelo governo por cerca de R$ 50 milhões. O projeto foi lançado em 2001, mas só sete anos depois saiu do papel e sem os 40 mil lugares prometidos (a capacidade é de 20 mil).  Para engrandecer o evento, a Federação Brasiliense de Futebol conseguiu convencer ao menos três personalidades a se tornarem convidados especiais: Pelé, Romário e Felipe Massa. O primeiro deverá dar o pontapé inicial. Romário foi garoto-propaganda do estádio. Já o piloto da Ferrari será homenageado antes da partida.  Junte-se a isso a euforia de uma torcida que há três anos não vê a seleção jogar em Brasília e pronto: o ambiente na capital federal é de festa. Na última terça, os torcedores encheram boa parte da arquibancada para ver o único treino. Mas aqueles que quiserem assistir ao duelo desta quarta precisaram desembolsar, pelo menos, R$ 180.   Dentro de campo, contudo, o cenário não corresponde a tantas comemorações. Apesar de estar em segundo lugar nas eliminatórias para a Copa, o Brasil está em dívida com seu torcedor. Nos três jogos que já disputou em casa neste ano, amargou três empates e não anotou um gol sequer, algo inédito na história da seleção principal.  O futebol pragmático demonstrado nessas partidas só aumentou a pressão sobre Dunga, que nos últimos dias viu crescerem também os rumores de que está perto de deixar a função. Ele, contudo, tenta se manter alheio ao que ocorre fora dos gramados e ao que dizem seus opositores. E elogia a realização do amistoso contra Portugal.  \"Reunir a seleção e colocar os atletas para jogarem juntos sempre ajuda. Pior seria ficar quatro, cinco meses sem reunir o grupo e não sentir o prazer de estar com a seleção\", argumentou Dunga, que nos dois dias em Brasília se contagiou pela euforia da torcida e adotou postura serena, diferentemente do que ocorreu em outros momentos de questionamentos a seu trabalho.  Pelos lados de Portugal, o técnico Carlos Queiroz também entrou no clima dos organizadores. E exaltou o ambiente criado para o amistoso. \"Essa atmosfera de Mundial estimula a responsabilidade de todos os jogadores e das demais pessoas envolvidas na partida\", opinou o português.  Dentro de campo, Dunga pode escalar um time ofensivo para brindar a torcida. No único treino, ele começou a atividade com Anderson entre os titulares no lugar de Josué. Na defesa, Thiago Silva foi o escolhido para ficar com a vaga do cortado Lúcio, formando a dupla com Luisão.  Na seleção lusitana, Queiroz preferiu não confirmar a equipe na véspera, guardando suas opções para o dia do jogo. O treinador de Portugal sequer adiantou o esquema tático do time, que pode ser mantido no 4-3-3 ou adotar postura mais cautelosa, no 4-4-2.  BRASIL Júlio César; Maicon, Luisão, Thiago Silva e Kléber; Gilberto Silva, Elano, Anderson e Kaká; Robinho e Luís Fabiano Técnico: Dunga  PORTUGAL Quim; Bosingwa, Fernando Meira, Pepe e Paulo Ferreira; Maniche, Deco e Raúl Meireles; Cristiano Ronaldo, Nani e Simão Técnico: Carlos Queiroz  Data: 19/11/2008 (quarta-feira) Local: estádio Bezerrão, em Brasília (DF) Horário: 22h (de Brasília) Árbitro: Jorge Larrionda (URU) Auxiliares: Walter Rial (URU) e Pablo Fandiño (URU)   Fonte: Uol Esporte</description>
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         <title>Massa define equipe para evento de kart em São Paulo</title>  
         <link>http://www.plugmania.com.br/?pg=news/not/view&amp;id=1531</link>  
           <description>A seleção brasileira não empolgou a torcida em 2008, vê Dunga cada vez mais pressionado no cargo e está em dívida atuando em casa. Nada disso importa. Pelo menos não para a organização do amistoso contra Portugal, às 22h desta quarta-feira, no Bezerrão, na cidade-satélite do Gama. A partida que marca a despedida do Brasil na temporada terá uma euforia desproporcional a sua realidade atual.  O jogo contra os lusitanos tem ares muito mais promocionais e políticos do que esportivos. O confronto servirá para inaugurar o novo Bezerrão, reformado pelo governo por cerca de R$ 50 milhões. O projeto foi lançado em 2001, mas só sete anos depois saiu do papel e sem os 40 mil lugares prometidos (a capacidade é de 20 mil).  Para engrandecer o evento, a Federação Brasiliense de Futebol conseguiu convencer ao menos três personalidades a se tornarem convidados especiais: Pelé, Romário e Felipe Massa. O primeiro deverá dar o pontapé inicial. Romário foi garoto-propaganda do estádio. Já o piloto da Ferrari será homenageado antes da partida.  Junte-se a isso a euforia de uma torcida que há três anos não vê a seleção jogar em Brasília e pronto: o ambiente na capital federal é de festa. Na última terça, os torcedores encheram boa parte da arquibancada para ver o único treino. Mas aqueles que quiserem assistir ao duelo desta quarta precisaram desembolsar, pelo menos, R$ 180.   Dentro de campo, contudo, o cenário não corresponde a tantas comemorações. Apesar de estar em segundo lugar nas eliminatórias para a Copa, o Brasil está em dívida com seu torcedor. Nos três jogos que já disputou em casa neste ano, amargou três empates e não anotou um gol sequer, algo inédito na história da seleção principal.  O futebol pragmático demonstrado nessas partidas só aumentou a pressão sobre Dunga, que nos últimos dias viu crescerem também os rumores de que está perto de deixar a função. Ele, contudo, tenta se manter alheio ao que ocorre fora dos gramados e ao que dizem seus opositores. E elogia a realização do amistoso contra Portugal.  \"Reunir a seleção e colocar os atletas para jogarem juntos sempre ajuda. Pior seria ficar quatro, cinco meses sem reunir o grupo e não sentir o prazer de estar com a seleção\", argumentou Dunga, que nos dois dias em Brasília se contagiou pela euforia da torcida e adotou postura serena, diferentemente do que ocorreu em outros momentos de questionamentos a seu trabalho.  Pelos lados de Portugal, o técnico Carlos Queiroz também entrou no clima dos organizadores. E exaltou o ambiente criado para o amistoso. \"Essa atmosfera de Mundial estimula a responsabilidade de todos os jogadores e das demais pessoas envolvidas na partida\", opinou o português.  Dentro de campo, Dunga pode escalar um time ofensivo para brindar a torcida. No único treino, ele começou a atividade com Anderson entre os titulares no lugar de Josué. Na defesa, Thiago Silva foi o escolhido para ficar com a vaga do cortado Lúcio, formando a dupla com Luisão.  Na seleção lusitana, Queiroz preferiu não confirmar a equipe na véspera, guardando suas opções para o dia do jogo. O treinador de Portugal sequer adiantou o esquema tático do time, que pode ser mantido no 4-3-3 ou adotar postura mais cautelosa, no 4-4-2.  BRASIL Júlio César; Maicon, Luisão, Thiago Silva e Kléber; Gilberto Silva, Elano, Anderson e Kaká; Robinho e Luís Fabiano Técnico: Dunga  PORTUGAL Quim; Bosingwa, Fernando Meira, Pepe e Paulo Ferreira; Maniche, Deco e Raúl Meireles; Cristiano Ronaldo, Nani e Simão Técnico: Carlos Queiroz  Data: 19/11/2008 (quarta-feira) Local: estádio Bezerrão, em Brasília (DF) Horário: 22h (de Brasília) Árbitro: Jorge Larrionda (URU) Auxiliares: Walter Rial (URU) e Pablo Fandiño (URU)   Fonte: Uol Esporte</description>
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         <title>Nenê volta a jogar bem e pode superar seqüência histórica da carreira</title>  
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           <description>A seleção brasileira não empolgou a torcida em 2008, vê Dunga cada vez mais pressionado no cargo e está em dívida atuando em casa. Nada disso importa. Pelo menos não para a organização do amistoso contra Portugal, às 22h desta quarta-feira, no Bezerrão, na cidade-satélite do Gama. A partida que marca a despedida do Brasil na temporada terá uma euforia desproporcional a sua realidade atual.  O jogo contra os lusitanos tem ares muito mais promocionais e políticos do que esportivos. O confronto servirá para inaugurar o novo Bezerrão, reformado pelo governo por cerca de R$ 50 milhões. O projeto foi lançado em 2001, mas só sete anos depois saiu do papel e sem os 40 mil lugares prometidos (a capacidade é de 20 mil).  Para engrandecer o evento, a Federação Brasiliense de Futebol conseguiu convencer ao menos três personalidades a se tornarem convidados especiais: Pelé, Romário e Felipe Massa. O primeiro deverá dar o pontapé inicial. Romário foi garoto-propaganda do estádio. Já o piloto da Ferrari será homenageado antes da partida.  Junte-se a isso a euforia de uma torcida que há três anos não vê a seleção jogar em Brasília e pronto: o ambiente na capital federal é de festa. Na última terça, os torcedores encheram boa parte da arquibancada para ver o único treino. Mas aqueles que quiserem assistir ao duelo desta quarta precisaram desembolsar, pelo menos, R$ 180.   Dentro de campo, contudo, o cenário não corresponde a tantas comemorações. Apesar de estar em segundo lugar nas eliminatórias para a Copa, o Brasil está em dívida com seu torcedor. Nos três jogos que já disputou em casa neste ano, amargou três empates e não anotou um gol sequer, algo inédito na história da seleção principal.  O futebol pragmático demonstrado nessas partidas só aumentou a pressão sobre Dunga, que nos últimos dias viu crescerem também os rumores de que está perto de deixar a função. Ele, contudo, tenta se manter alheio ao que ocorre fora dos gramados e ao que dizem seus opositores. E elogia a realização do amistoso contra Portugal.  \"Reunir a seleção e colocar os atletas para jogarem juntos sempre ajuda. Pior seria ficar quatro, cinco meses sem reunir o grupo e não sentir o prazer de estar com a seleção\", argumentou Dunga, que nos dois dias em Brasília se contagiou pela euforia da torcida e adotou postura serena, diferentemente do que ocorreu em outros momentos de questionamentos a seu trabalho.  Pelos lados de Portugal, o técnico Carlos Queiroz também entrou no clima dos organizadores. E exaltou o ambiente criado para o amistoso. \"Essa atmosfera de Mundial estimula a responsabilidade de todos os jogadores e das demais pessoas envolvidas na partida\", opinou o português.  Dentro de campo, Dunga pode escalar um time ofensivo para brindar a torcida. No único treino, ele começou a atividade com Anderson entre os titulares no lugar de Josué. Na defesa, Thiago Silva foi o escolhido para ficar com a vaga do cortado Lúcio, formando a dupla com Luisão.  Na seleção lusitana, Queiroz preferiu não confirmar a equipe na véspera, guardando suas opções para o dia do jogo. O treinador de Portugal sequer adiantou o esquema tático do time, que pode ser mantido no 4-3-3 ou adotar postura mais cautelosa, no 4-4-2.  BRASIL Júlio César; Maicon, Luisão, Thiago Silva e Kléber; Gilberto Silva, Elano, Anderson e Kaká; Robinho e Luís Fabiano Técnico: Dunga  PORTUGAL Quim; Bosingwa, Fernando Meira, Pepe e Paulo Ferreira; Maniche, Deco e Raúl Meireles; Cristiano Ronaldo, Nani e Simão Técnico: Carlos Queiroz  Data: 19/11/2008 (quarta-feira) Local: estádio Bezerrão, em Brasília (DF) Horário: 22h (de Brasília) Árbitro: Jorge Larrionda (URU) Auxiliares: Walter Rial (URU) e Pablo Fandiño (URU)   Fonte: Uol Esporte</description>
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         <title>Del Potro vence a primeira na Masters de Xangai</title>  
         <link>http://www.plugmania.com.br/?pg=news/not/view&amp;id=1529</link>  
           <description>A seleção brasileira não empolgou a torcida em 2008, vê Dunga cada vez mais pressionado no cargo e está em dívida atuando em casa. Nada disso importa. Pelo menos não para a organização do amistoso contra Portugal, às 22h desta quarta-feira, no Bezerrão, na cidade-satélite do Gama. A partida que marca a despedida do Brasil na temporada terá uma euforia desproporcional a sua realidade atual.  O jogo contra os lusitanos tem ares muito mais promocionais e políticos do que esportivos. O confronto servirá para inaugurar o novo Bezerrão, reformado pelo governo por cerca de R$ 50 milhões. O projeto foi lançado em 2001, mas só sete anos depois saiu do papel e sem os 40 mil lugares prometidos (a capacidade é de 20 mil).  Para engrandecer o evento, a Federação Brasiliense de Futebol conseguiu convencer ao menos três personalidades a se tornarem convidados especiais: Pelé, Romário e Felipe Massa. O primeiro deverá dar o pontapé inicial. Romário foi garoto-propaganda do estádio. Já o piloto da Ferrari será homenageado antes da partida.  Junte-se a isso a euforia de uma torcida que há três anos não vê a seleção jogar em Brasília e pronto: o ambiente na capital federal é de festa. Na última terça, os torcedores encheram boa parte da arquibancada para ver o único treino. Mas aqueles que quiserem assistir ao duelo desta quarta precisaram desembolsar, pelo menos, R$ 180.   Dentro de campo, contudo, o cenário não corresponde a tantas comemorações. Apesar de estar em segundo lugar nas eliminatórias para a Copa, o Brasil está em dívida com seu torcedor. Nos três jogos que já disputou em casa neste ano, amargou três empates e não anotou um gol sequer, algo inédito na história da seleção principal.  O futebol pragmático demonstrado nessas partidas só aumentou a pressão sobre Dunga, que nos últimos dias viu crescerem também os rumores de que está perto de deixar a função. Ele, contudo, tenta se manter alheio ao que ocorre fora dos gramados e ao que dizem seus opositores. E elogia a realização do amistoso contra Portugal.  \"Reunir a seleção e colocar os atletas para jogarem juntos sempre ajuda. Pior seria ficar quatro, cinco meses sem reunir o grupo e não sentir o prazer de estar com a seleção\", argumentou Dunga, que nos dois dias em Brasília se contagiou pela euforia da torcida e adotou postura serena, diferentemente do que ocorreu em outros momentos de questionamentos a seu trabalho.  Pelos lados de Portugal, o técnico Carlos Queiroz também entrou no clima dos organizadores. E exaltou o ambiente criado para o amistoso. \"Essa atmosfera de Mundial estimula a responsabilidade de todos os jogadores e das demais pessoas envolvidas na partida\", opinou o português.  Dentro de campo, Dunga pode escalar um time ofensivo para brindar a torcida. No único treino, ele começou a atividade com Anderson entre os titulares no lugar de Josué. Na defesa, Thiago Silva foi o escolhido para ficar com a vaga do cortado Lúcio, formando a dupla com Luisão.  Na seleção lusitana, Queiroz preferiu não confirmar a equipe na véspera, guardando suas opções para o dia do jogo. O treinador de Portugal sequer adiantou o esquema tático do time, que pode ser mantido no 4-3-3 ou adotar postura mais cautelosa, no 4-4-2.  BRASIL Júlio César; Maicon, Luisão, Thiago Silva e Kléber; Gilberto Silva, Elano, Anderson e Kaká; Robinho e Luís Fabiano Técnico: Dunga  PORTUGAL Quim; Bosingwa, Fernando Meira, Pepe e Paulo Ferreira; Maniche, Deco e Raúl Meireles; Cristiano Ronaldo, Nani e Simão Técnico: Carlos Queiroz  Data: 19/11/2008 (quarta-feira) Local: estádio Bezerrão, em Brasília (DF) Horário: 22h (de Brasília) Árbitro: Jorge Larrionda (URU) Auxiliares: Walter Rial (URU) e Pablo Fandiño (URU)   Fonte: Uol Esporte</description>
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         <title>Meia Ronaldinho pediria aumento de salário</title>  
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         <title>Reserva derrota Federer de virada em estréia</title>  
         <link>http://www.plugmania.com.br/?pg=news/not/view&amp;id=1527</link>  
           <description>A seleção brasileira não empolgou a torcida em 2008, vê Dunga cada vez mais pressionado no cargo e está em dívida atuando em casa. Nada disso importa. Pelo menos não para a organização do amistoso contra Portugal, às 22h desta quarta-feira, no Bezerrão, na cidade-satélite do Gama. A partida que marca a despedida do Brasil na temporada terá uma euforia desproporcional a sua realidade atual.  O jogo contra os lusitanos tem ares muito mais promocionais e políticos do que esportivos. O confronto servirá para inaugurar o novo Bezerrão, reformado pelo governo por cerca de R$ 50 milhões. O projeto foi lançado em 2001, mas só sete anos depois saiu do papel e sem os 40 mil lugares prometidos (a capacidade é de 20 mil).  Para engrandecer o evento, a Federação Brasiliense de Futebol conseguiu convencer ao menos três personalidades a se tornarem convidados especiais: Pelé, Romário e Felipe Massa. O primeiro deverá dar o pontapé inicial. Romário foi garoto-propaganda do estádio. Já o piloto da Ferrari será homenageado antes da partida.  Junte-se a isso a euforia de uma torcida que há três anos não vê a seleção jogar em Brasília e pronto: o ambiente na capital federal é de festa. Na última terça, os torcedores encheram boa parte da arquibancada para ver o único treino. Mas aqueles que quiserem assistir ao duelo desta quarta precisaram desembolsar, pelo menos, R$ 180.   Dentro de campo, contudo, o cenário não corresponde a tantas comemorações. Apesar de estar em segundo lugar nas eliminatórias para a Copa, o Brasil está em dívida com seu torcedor. Nos três jogos que já disputou em casa neste ano, amargou três empates e não anotou um gol sequer, algo inédito na história da seleção principal.  O futebol pragmático demonstrado nessas partidas só aumentou a pressão sobre Dunga, que nos últimos dias viu crescerem também os rumores de que está perto de deixar a função. Ele, contudo, tenta se manter alheio ao que ocorre fora dos gramados e ao que dizem seus opositores. E elogia a realização do amistoso contra Portugal.  \"Reunir a seleção e colocar os atletas para jogarem juntos sempre ajuda. Pior seria ficar quatro, cinco meses sem reunir o grupo e não sentir o prazer de estar com a seleção\", argumentou Dunga, que nos dois dias em Brasília se contagiou pela euforia da torcida e adotou postura serena, diferentemente do que ocorreu em outros momentos de questionamentos a seu trabalho.  Pelos lados de Portugal, o técnico Carlos Queiroz também entrou no clima dos organizadores. E exaltou o ambiente criado para o amistoso. \"Essa atmosfera de Mundial estimula a responsabilidade de todos os jogadores e das demais pessoas envolvidas na partida\", opinou o português.  Dentro de campo, Dunga pode escalar um time ofensivo para brindar a torcida. No único treino, ele começou a atividade com Anderson entre os titulares no lugar de Josué. Na defesa, Thiago Silva foi o escolhido para ficar com a vaga do cortado Lúcio, formando a dupla com Luisão.  Na seleção lusitana, Queiroz preferiu não confirmar a equipe na véspera, guardando suas opções para o dia do jogo. O treinador de Portugal sequer adiantou o esquema tático do time, que pode ser mantido no 4-3-3 ou adotar postura mais cautelosa, no 4-4-2.  BRASIL Júlio César; Maicon, Luisão, Thiago Silva e Kléber; Gilberto Silva, Elano, Anderson e Kaká; Robinho e Luís Fabiano Técnico: Dunga  PORTUGAL Quim; Bosingwa, Fernando Meira, Pepe e Paulo Ferreira; Maniche, Deco e Raúl Meireles; Cristiano Ronaldo, Nani e Simão Técnico: Carlos Queiroz  Data: 19/11/2008 (quarta-feira) Local: estádio Bezerrão, em Brasília (DF) Horário: 22h (de Brasília) Árbitro: Jorge Larrionda (URU) Auxiliares: Walter Rial (URU) e Pablo Fandiño (URU)   Fonte: Uol Esporte</description>
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         <title>Cartola do Flu acha difícil segurar Thiago Silva</title>  
         <link>http://www.plugmania.com.br/?pg=news/not/view&amp;id=1526</link>  
           <description>A seleção brasileira não empolgou a torcida em 2008, vê Dunga cada vez mais pressionado no cargo e está em dívida atuando em casa. Nada disso importa. Pelo menos não para a organização do amistoso contra Portugal, às 22h desta quarta-feira, no Bezerrão, na cidade-satélite do Gama. A partida que marca a despedida do Brasil na temporada terá uma euforia desproporcional a sua realidade atual.  O jogo contra os lusitanos tem ares muito mais promocionais e políticos do que esportivos. O confronto servirá para inaugurar o novo Bezerrão, reformado pelo governo por cerca de R$ 50 milhões. O projeto foi lançado em 2001, mas só sete anos depois saiu do papel e sem os 40 mil lugares prometidos (a capacidade é de 20 mil).  Para engrandecer o evento, a Federação Brasiliense de Futebol conseguiu convencer ao menos três personalidades a se tornarem convidados especiais: Pelé, Romário e Felipe Massa. O primeiro deverá dar o pontapé inicial. Romário foi garoto-propaganda do estádio. Já o piloto da Ferrari será homenageado antes da partida.  Junte-se a isso a euforia de uma torcida que há três anos não vê a seleção jogar em Brasília e pronto: o ambiente na capital federal é de festa. Na última terça, os torcedores encheram boa parte da arquibancada para ver o único treino. Mas aqueles que quiserem assistir ao duelo desta quarta precisaram desembolsar, pelo menos, R$ 180.   Dentro de campo, contudo, o cenário não corresponde a tantas comemorações. Apesar de estar em segundo lugar nas eliminatórias para a Copa, o Brasil está em dívida com seu torcedor. Nos três jogos que já disputou em casa neste ano, amargou três empates e não anotou um gol sequer, algo inédito na história da seleção principal.  O futebol pragmático demonstrado nessas partidas só aumentou a pressão sobre Dunga, que nos últimos dias viu crescerem também os rumores de que está perto de deixar a função. Ele, contudo, tenta se manter alheio ao que ocorre fora dos gramados e ao que dizem seus opositores. E elogia a realização do amistoso contra Portugal.  \"Reunir a seleção e colocar os atletas para jogarem juntos sempre ajuda. Pior seria ficar quatro, cinco meses sem reunir o grupo e não sentir o prazer de estar com a seleção\", argumentou Dunga, que nos dois dias em Brasília se contagiou pela euforia da torcida e adotou postura serena, diferentemente do que ocorreu em outros momentos de questionamentos a seu trabalho.  Pelos lados de Portugal, o técnico Carlos Queiroz também entrou no clima dos organizadores. E exaltou o ambiente criado para o amistoso. \"Essa atmosfera de Mundial estimula a responsabilidade de todos os jogadores e das demais pessoas envolvidas na partida\", opinou o português.  Dentro de campo, Dunga pode escalar um time ofensivo para brindar a torcida. No único treino, ele começou a atividade com Anderson entre os titulares no lugar de Josué. Na defesa, Thiago Silva foi o escolhido para ficar com a vaga do cortado Lúcio, formando a dupla com Luisão.  Na seleção lusitana, Queiroz preferiu não confirmar a equipe na véspera, guardando suas opções para o dia do jogo. O treinador de Portugal sequer adiantou o esquema tático do time, que pode ser mantido no 4-3-3 ou adotar postura mais cautelosa, no 4-4-2.  BRASIL Júlio César; Maicon, Luisão, Thiago Silva e Kléber; Gilberto Silva, Elano, Anderson e Kaká; Robinho e Luís Fabiano Técnico: Dunga  PORTUGAL Quim; Bosingwa, Fernando Meira, Pepe e Paulo Ferreira; Maniche, Deco e Raúl Meireles; Cristiano Ronaldo, Nani e Simão Técnico: Carlos Queiroz  Data: 19/11/2008 (quarta-feira) Local: estádio Bezerrão, em Brasília (DF) Horário: 22h (de Brasília) Árbitro: Jorge Larrionda (URU) Auxiliares: Walter Rial (URU) e Pablo Fandiño (URU)   Fonte: Uol Esporte</description>
           <lastBuildDate>10/11/2008</lastBuildDate>
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         <title>Grêmio confirma permanências de Victor e Réver</title>  
         <link>http://www.plugmania.com.br/?pg=news/not/view&amp;id=1525</link>  
           <description>A seleção brasileira não empolgou a torcida em 2008, vê Dunga cada vez mais pressionado no cargo e está em dívida atuando em casa. Nada disso importa. Pelo menos não para a organização do amistoso contra Portugal, às 22h desta quarta-feira, no Bezerrão, na cidade-satélite do Gama. A partida que marca a despedida do Brasil na temporada terá uma euforia desproporcional a sua realidade atual.  O jogo contra os lusitanos tem ares muito mais promocionais e políticos do que esportivos. O confronto servirá para inaugurar o novo Bezerrão, reformado pelo governo por cerca de R$ 50 milhões. O projeto foi lançado em 2001, mas só sete anos depois saiu do papel e sem os 40 mil lugares prometidos (a capacidade é de 20 mil).  Para engrandecer o evento, a Federação Brasiliense de Futebol conseguiu convencer ao menos três personalidades a se tornarem convidados especiais: Pelé, Romário e Felipe Massa. O primeiro deverá dar o pontapé inicial. Romário foi garoto-propaganda do estádio. Já o piloto da Ferrari será homenageado antes da partida.  Junte-se a isso a euforia de uma torcida que há três anos não vê a seleção jogar em Brasília e pronto: o ambiente na capital federal é de festa. Na última terça, os torcedores encheram boa parte da arquibancada para ver o único treino. Mas aqueles que quiserem assistir ao duelo desta quarta precisaram desembolsar, pelo menos, R$ 180.   Dentro de campo, contudo, o cenário não corresponde a tantas comemorações. Apesar de estar em segundo lugar nas eliminatórias para a Copa, o Brasil está em dívida com seu torcedor. Nos três jogos que já disputou em casa neste ano, amargou três empates e não anotou um gol sequer, algo inédito na história da seleção principal.  O futebol pragmático demonstrado nessas partidas só aumentou a pressão sobre Dunga, que nos últimos dias viu crescerem também os rumores de que está perto de deixar a função. Ele, contudo, tenta se manter alheio ao que ocorre fora dos gramados e ao que dizem seus opositores. E elogia a realização do amistoso contra Portugal.  \"Reunir a seleção e colocar os atletas para jogarem juntos sempre ajuda. Pior seria ficar quatro, cinco meses sem reunir o grupo e não sentir o prazer de estar com a seleção\", argumentou Dunga, que nos dois dias em Brasília se contagiou pela euforia da torcida e adotou postura serena, diferentemente do que ocorreu em outros momentos de questionamentos a seu trabalho.  Pelos lados de Portugal, o técnico Carlos Queiroz também entrou no clima dos organizadores. E exaltou o ambiente criado para o amistoso. \"Essa atmosfera de Mundial estimula a responsabilidade de todos os jogadores e das demais pessoas envolvidas na partida\", opinou o português.  Dentro de campo, Dunga pode escalar um time ofensivo para brindar a torcida. No único treino, ele começou a atividade com Anderson entre os titulares no lugar de Josué. Na defesa, Thiago Silva foi o escolhido para ficar com a vaga do cortado Lúcio, formando a dupla com Luisão.  Na seleção lusitana, Queiroz preferiu não confirmar a equipe na véspera, guardando suas opções para o dia do jogo. O treinador de Portugal sequer adiantou o esquema tático do time, que pode ser mantido no 4-3-3 ou adotar postura mais cautelosa, no 4-4-2.  BRASIL Júlio César; Maicon, Luisão, Thiago Silva e Kléber; Gilberto Silva, Elano, Anderson e Kaká; Robinho e Luís Fabiano Técnico: Dunga  PORTUGAL Quim; Bosingwa, Fernando Meira, Pepe e Paulo Ferreira; Maniche, Deco e Raúl Meireles; Cristiano Ronaldo, Nani e Simão Técnico: Carlos Queiroz  Data: 19/11/2008 (quarta-feira) Local: estádio Bezerrão, em Brasília (DF) Horário: 22h (de Brasília) Árbitro: Jorge Larrionda (URU) Auxiliares: Walter Rial (URU) e Pablo Fandiño (URU)   Fonte: Uol Esporte</description>
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